O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri condenou, no início da noite desta quarta-feira (27), os cinco criminosos que planejaram e executaram a morte do médico pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira, de 44 anos.
O crime aconteceu em 23 de setembro de 2021 — quando a vítima foi morta dentro de uma clínica particular, onde trabalhava, na cidade de Barra. O crime foi flagrado por câmeras de monitoramento da clínica — e o caso teve ampla repercussão na mídia nacional.
Diego Santos Silva, conhecido como ‘Diego Cigano’, mandante do crime — recebeu a pena de 31 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado.
Jefferson Ferreira Gomes da Silva, autor dos disparos — foi condenado a 26 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado.
Ranieri Magalhães Bonfim Borges, piloto da moto usada na fuga — recebeu a pena de 20 anos de reclusão em regime fechado.
Adeilton de Souza Borges, responsável por monitorar a vítima — foi condenado a 21 anos de reclusão em regime fechado.
Fernanda Lima da Silva, também envolvida no monitoramento dos passos do médico — recebeu a pena de 21 anos de reclusão em regime fechado.
Os réus, que já estavam presos — vão cumprir a pena em regime fechado. A Promotoria sustentou as provas contidas no processo que levaram à condenação dos envolvidos.
O Júri foi realizado no Fórum Conselheiro Luiz Viana, em Xique-Xique, na região de Irecê — no centro-norte baiano. O julgamento começou às 11h de terça-feira (26). No primeiro dia, foram ouvidas testemunhas arroladas pela defesa e acusação.
Os trabalhos foram retomados na manhã desta quarta-feira (27), com interrogatórios dos réus — e também os debates entre acusação e defesa. O Tribunal do Júri estava previsto, inicialmente, para ser realizado em três dias — mas foi concluído antes, marcando quase quatro anos desde o homicídio. Fonte: meio minuto