Polícia descarta sequestro em Luís Eduardo Magalhães e libera envolvidos após apuração dos fatos A Polícia Civil de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, descartou a ocorrência de sequestro, extorsão ou cárcere privado em um caso registrado na manhã desta quarta-feira (11), após a análise detalhada dos fatos e oitiva dos envolvidos. De acordo com as investigações, a situação inicialmente tratada como extorsão mediante sequestro não se confirmou. […]

A Polícia Civil de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, descartou a ocorrência de sequestro, extorsão ou cárcere privado em um caso registrado na manhã desta quarta-feira (11), após a análise detalhada dos fatos e oitiva dos envolvidos. De acordo com as investigações, a situação inicialmente tratada como extorsão mediante sequestro não se confirmou.

A ocorrência teve início por volta das 9h, quando a Polícia Militar, por meio do 27º Batalhão de Polícia Militar (BPM), foi acionada via 190 por um homem de 42 anos. Ele relatou que estaria sendo coagido sob grave ameaça a realizar saques em uma agência do Banco do Brasil, localizada na Rua Piauí, no Centro da cidade, e que estaria em cárcere privado há mais de um dia.

Diante da denúncia, guarnições se deslocaram imediatamente até o local, realizaram o isolamento da área e localizaram um homem de 38 anos em um veículo nas proximidades da agência bancária. Na sequência das diligências, outros dois suspeitos, uma mulher de 48 anos e um homem de 47 anos, também foram detidos. Os três foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante.

No entanto, conforme informações apuradas pela pelo repórter Weslei Santos, após a oitiva dos envolvidos e análise das circunstâncias, constatou-se que não houve sequestro, extorsão ou cárcere privado. Segundo a polícia, todos os envolvidos são usuários de drogas e teriam passado a noite anterior fazendo uso de entorpecentes. Ainda de acordo com a investigação, a suposta vítima teria pegado a quantia de R$ 300 emprestado de um dos conduzidos e, ao tentar sacar o valor posteriormente e não encontrar saldo disponível na conta, teria alegado estar sendo vítima de sequestro e extorsão. A versão apresentada inicialmente não se sustentou diante dos fatos apurados.

A polícia civil informou também que o homem apontado como vítima deixou a delegacia antes mesmo de concluir seu depoimento formal e não apresentou representação criminal contra os demais envolvidos. Diante da ausência de elementos que configurassem crime, os conduzidos foram ouvidos e liberados. O caso foi registrado e permanece documentado na delegacia de Luís Eduardo Magalhães

 

Fonte: Reportagem de Weslei Santos/ Cerrado em Foco

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