Prisão em Luís Eduardo marca operação contra sequestro Prisão em Luís Eduardo Magalhães ocorreu durante a Operação Vita Praesidium, que cumpriu sete mandados na Bahia Prisão em Luís Eduardo Magalhães integra ofensiva da Polícia Civil A prisão em Luís Eduardo Magalhães foi um dos desdobramentos da Operação Vita Praesidium, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia na manhã dessa quarta-feira, 1º de abril, para […]

Prisão em Luís Eduardo Magalhães ocorreu durante a Operação Vita Praesidium, que cumpriu sete mandados na Bahia

Prisão em Luís Eduardo Magalhães integra ofensiva da Polícia Civil

A prisão em Luís Eduardo Magalhães foi um dos desdobramentos da Operação Vita Praesidium, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia na manhã dessa quarta-feira, 1º de abril, para cumprir mandados contra investigados por extorsão mediante sequestro e associação criminosa.

Ao todo, sete mandados de prisão preventiva foram cumpridos durante a ação. Conforme a polícia, cinco alvos já estavam custodiados no sistema prisional, sendo quatro no Conjunto Penal de Jequié e um na Penitenciária Estadual de Guaíra, no Paraná.

Os outros dois investigados, que estavam em liberdade, foram localizados e presos nas cidades de Jaguaquara e Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. No município do oeste baiano, também foi cumprido um mandado de busca e apreensão, ocasião em que um aparelho celular foi apreendido.

A operação foi resultado de investigação conduzida pela Delegacia Territorial de Piripá, com apoio técnico da Delegacia Especializada Antissequestro (DAS).

Prisão em Luís Eduardo Magalhães tem relação com sequestro investigado

De acordo com informações da Polícia Civil, as investigações começaram após o sequestro de duas vítimas em setembro de 2024, no trecho da BA-263, entre os municípios de Piripá e Condeúba.

Segundo as apurações, as vítimas foram abordadas por indivíduos armados, retiradas do veículo e mantidas em cativeiro por mais de 24 horas. Ainda conforme a polícia, familiares foram coagidos a realizar pagamentos para garantir a liberação das vítimas.

O delegado Paulo Henrique de Oliveira, responsável pelo caso, informou que parte da articulação criminosa ocorria a partir do interior do sistema prisional, por meio do uso ilícito de aparelhos celulares. As investigações também apontaram a atuação de colaboradores externos, responsáveis pela logística do sequestro e pela movimentação financeira dos valores obtidos.

Ainda segundo a polícia, o investigado localizado no Paraná é apontado como responsável por conduzir o veículo utilizado no crime. Já o suspeito preso em Jaguaquara é investigado por receber, em sua conta bancária, valores transferidos pelas vítimas via PIX.

Prisão em Luís Eduardo Magalhães reforça ação integrada da polícia

A Operação Vita Praesidium contou com a atuação integrada da Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Especializada Antissequestro, da Diretoria Regional de Polícia do Interior Oeste/Chapada, do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Central), da Delegacia Territorial de Jaguaquara e da Delegacia Territorial de Piripá.

De acordo com a corporação, a operação reforça o trabalho de enfrentamento a crimes graves e à atuação de organizações criminosas, inclusive aquelas que, segundo as investigações, tentam operar a partir do sistema penitenciário.

 

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