Brasil atinge recorde de 158 milhões de eleitores; no Oeste Baiano, LEM dispara e Barreiras registra encolhimento Justiça Eleitoral encerra cadastro com 88% de biometria nacional e celebra 30 anos da urna eletrônica; análise detalhada revela que Luís Eduardo Magalhães cresceu 10%, enquanto Barreiras e Mansidão perderam votantes O Brasil consolidou, nesta quinta-feira (07), o maior corpo de eleitores de sua história, atingindo a marca de 158 milhões de cidadãos aptos a […]

Justiça Eleitoral encerra cadastro com 88% de biometria nacional e celebra 30 anos da urna eletrônica; análise detalhada revela que Luís Eduardo Magalhães cresceu 10%, enquanto Barreiras e Mansidão perderam votantes

O Brasil consolidou, nesta quinta-feira (07), o maior corpo de eleitores de sua história, atingindo a marca de 158 milhões de cidadãos aptos a votar no pleito de outubro. O balanço oficial, divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a exatos 150 dias das eleições, revela um sistema robusto e altamente tecnológico: 140 milhões de pessoas (88,78%) já estão identificadas biometricamente.

Na Bahia, o fechamento do cadastro confirmou o estado como a maior força eleitoral do Nordeste e a quarta do país, atingindo a marca de aproximadamente 11,6 milhões de eleitores. No entanto, o dado estadual mascara um fenômeno de “migração de peso” no interior. O cruzamento das séries históricas (dezembro/2022 a abril/2026) aponta que o Oeste baiano vive realidades distintas: a explosão de novos títulos em polos de fronteira agrícola e a retração em municípios tradicionais.

Oeste Baiano: LEM dispara e polos tradicionais encolhem

O grande destaque regional é Luís Eduardo Magalhães. Em um crescimento vertiginoso nos últimos quatro anos, a cidade saltou de 70.185 eleitores em 2022 para 77.236 em 2026, uma alta real de 7.051 novos títulos (+10,04%). No campo das cidades menores, Catolândia surpreendeu com o maior crescimento proporcional da região, avançando 7,76% (de 3.930 para 4.235 eleitores).

Em sentido oposto, Barreiras, a “Capital do Oeste”, registrou um encolhimento de 351 eleitores no período, flutuando de 111.673 para 111.322. A queda foi ainda mais aguda em Mansidão, que perdeu 427 votantes (a maior retração real da bacia), e em Wanderley, com 149 títulos a menos na comparação direta com dezembro de 2022.

O Brasil consolidou, nesta quinta-feira (07), o maior corpo de eleitores de sua história, atingindo a marca de 158 milhões de cidadãos aptos a votar no pleito de outubro. O balanço oficial, divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a exatos 150 dias das eleições, revela um sistema robusto e altamente tecnológico: 140 milhões de pessoas (88,78%) já estão identificadas biometricamente.

Na Bahia, o fechamento do cadastro confirmou o estado como a maior força eleitoral do Nordeste e a quarta do país, atingindo a marca de aproximadamente 11,6 milhões de eleitores. No entanto, o dado estadual mascara um fenômeno de “migração de peso” no interior. O cruzamento das séries históricas (dezembro/2022 a abril/2026) aponta que o Oeste baiano vive realidades distintas: a explosão de novos títulos em polos de fronteira agrícola e a retração em municípios tradicionais.

Oeste Baiano: LEM dispara e polos tradicionais encolhem

O grande destaque regional é Luís Eduardo Magalhães. Em um crescimento vertiginoso nos últimos quatro anos, a cidade saltou de 70.185 eleitores em 2022 para 77.236 em 2026, uma alta real de 7.051 novos títulos (+10,04%). No campo das cidades menores, Catolândia surpreendeu com o maior crescimento proporcional da região, avançando 7,76% (de 3.930 para 4.235 eleitores).

Em sentido oposto, Barreiras, a “Capital do Oeste”, registrou um encolhimento de 351 eleitores no período, flutuando de 111.673 para 111.322. A queda foi ainda mais aguda em Mansidão, que perdeu 427 votantes (a maior retração real da bacia), e em Wanderley, com 149 títulos a menos na comparação direta com dezembro de 2022.

Caso de Política | Luís Carlos Nunes

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