Fim de ano acende alerta para o orçamento das famílias; veja como se planejar _Assessor de investimentos da Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia orienta como organizar o orçamento, priorizar dívidas e planejar os gastos para 2027_ O último trimestre do ano reúne despesas extras, compras de fim de ano e a expectativa pelo 13º salário. Ao mesmo tempo, janeiro já traz compromissos como IPVA, IPTU, matrícula escolar […]

_Assessor de investimentos da Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia orienta como organizar o orçamento, priorizar dívidas e planejar os gastos para 2027_

O último trimestre do ano reúne despesas extras, compras de fim de ano e a expectativa pelo 13º salário. Ao mesmo tempo, janeiro já traz compromissos como IPVA, IPTU, matrícula escolar e material didático. Sem planejamento, a combinação pode comprometer o orçamento dos primeiros meses de 2027.

Para evitar esse cenário, a recomendação é aproveitar o período para revisar as contas, identificar prioridades e definir como utilizar os recursos disponíveis. Segundo Henrique Sobreira, assessor de investimentos da Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia, antecipar esse balanço ajuda a tomar decisões mais conscientes.

“É um momento importante para fazer um balanço do ano, entender o que deu certo e o que precisa ser ajustado. É hora de olhar para as receitas, despesas, dívidas e investimentos, além de começar a se preparar para os compromissos do início do próximo ano”, afirma.

O que fazer com o 13º salário?

Embora o recurso extra possa ajudar a realizar projetos e ampliar o consumo, a orientação é evitar gastos por impulso e não comprometer antecipadamente um dinheiro que ainda não entrou na conta. Entre as prioridades, estão quitar ou renegociar dívidas com juros elevados, reservar recursos para despesas previsíveis e avaliar a necessidade de reforçar a reserva de emergência.

“Um dos erros mais comuns é gastar sem ter clareza do próprio orçamento, principalmente contando com recursos que ainda nem recebeu, como o 13º salário. O problema não é gastar, mas gastar sem planejamento e acabar comprometendo a renda dos meses seguintes”, alerta Henrique.

Planejamento também ajuda a realizar projetos

Organizar as finanças não significa renunciar a planos pessoais, mas estabelecer metas compatíveis com a renda. Para isso, é importante estimar o custo do objetivo, definir um prazo e calcular quanto pode ser guardado mensalmente sem comprometer as despesas essenciais.

“Um objetivo financeiro precisa caber dentro da realidade de cada pessoa. Muitas vezes, ajustar o prazo é mais inteligente do que assumir uma dívida que pode comprometer o orçamento”, destaca o assessor.

Na hora de escolher entre investimentos e crédito, também é fundamental avaliar as condições de cada alternativa. No crédito, isso inclui o Custo Efetivo Total (CET) e o peso das parcelas no orçamento. Nos investimentos, devem ser considerados fatores como liquidez, riscos, prazo e perfil do investidor.

“Uma boa decisão financeira não é necessariamente aquela que oferece a maior rentabilidade ou o crédito mais rápido, mas a que realmente faz sentido para a realidade de cada pessoa”, conclui Henrique.

A Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia disponibiliza atendimento especializado para orientar os associados na avaliação de soluções financeiras adequadas aos seus objetivos e às suas necessidades.

Assessoria de Imprensa CACAU Comunicação

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