Lula deve anunciar baiano para o Ministério da Justiça nesta semana Ex-procurador-geral da Bahia é o favorito para substituir Ricardo Lewandowski na pasta O presidente Lula (PT) deve oficializar, ainda nesta semana, a nomeação do advogado baiano Wellington César Lima e Silva para o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública, de acordo com informações da Folha de S. Paulo. Atual chefe do setor jurídico […]

Ex-procurador-geral da Bahia é o favorito para substituir Ricardo Lewandowski na pasta

O presidente Lula (PT) deve oficializar, ainda nesta semana, a nomeação do advogado baiano Wellington César Lima e Silva para o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública, de acordo com informações da Folha de S. Paulo. Atual chefe do setor jurídico da Petrobras e ex-secretário de Assuntos Jurídicos da Presidência, Lima e Silva tem a confiança direta do presidente da República, com quem estreitou laços nos últimos 18 meses de gestão em Brasília.

Aliados do governo afirmam que o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, é o principal articulador da indicação. No entanto, em declaração ao bahia.ba nesta segunda-feira (12), durante a entrega da nova Rodoviária de Salvador, o senador negou qualquer mobilização coordenada, pontuando que a escolha é exclusiva do presidente e que o nome de Wellington surge com “naturalidade” pela competência técnica.

A expectativa no Palácio do Planalto é que o anúncio formal ocorra após consultas finais de Lula com ministros do STF e lideranças partidárias.

Ala baiana no governo

Se confirmada, a escolha de Lima e Silva reforça a influência da chamada “ala baiana” na Esplanada dos Ministérios, somando-se ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, principal nome do núcleo. Ele é apontado como um dos padrinhos do advogado.

Perfil

Wellington César Lima e Silva possui trajetória consolidada no Ministério Público da Bahia (MP-BA), onde foi procurador-geral de Justiça durante a gestão de Wagner no governo do estado. Em 2016, chegou a assumir o Ministério da Justiça no governo Dilma Rousseff, mas deixou o cargo após 14 dias devido a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibia membros do Ministério Público de ocuparem cargos no Executivo, impedimento que não existe mais, uma vez que ele se desligou da carreira ministerial.

 

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