A jovem Thainara Cavalcante, de 28 anos, foi morta a facadas dentro da própria casa após ter o imóvel invadido pelo ex-companheiro, em Terra Roxa, no oeste do Paraná. O crime aconteceu na madrugada de quinta-feira (14) e, segundo a Polícia Civil, o suspeito teria viajado quase 2 mil quilômetros da Bahia ao Paraná após descobrir, pelas redes sociais, que a vítima estava em um novo relacionamento.
O homem, de 27 anos, foi preso em flagrante após se apresentar espontaneamente em uma delegacia de Toledo. De acordo com a investigação, ele pulou o muro da casa, entrou no imóvel usando uma cópia da chave e matou Thainara depois de uma discussão. O caso é tratado como feminicídio.
Thainara Cavalcante tinha 28 anos e morava em Terra Roxa, no oeste do Paraná. Ela foi encontrada morta dentro da própria casa com ferimentos provocados por arma branca.
A jovem havia encerrado o relacionamento com o suspeito pouco antes do crime. Segundo a Polícia Civil, a separação teria ocorrido após o homem voltar para a cidade natal dele, em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia.
De acordo com a investigação, o suspeito invadiu a casa da vítima durante a madrugada. A Polícia Civil afirma que ele pulou o muro da residência e usou uma cópia da chave para entrar no imóvel.
Dentro da casa, os dois teriam iniciado uma discussão. Na sequência, Thainara foi atingida por golpes de faca e morreu no local.
A vítima foi encontrada já sem vida, e a Polícia Civil iniciou as investigações para identificar o autor do crime.
A partir disso, ele decidiu sair da Bahia e viajar até o Paraná. A distância entre Luís Eduardo Magalhães (BA) e Terra Roxa (PR) é de aproximadamente 1.800 quilômetros.
“Ela disse que não queria mais continuar com ele”, afirmou o delegado ao comentar o término do relacionamento.
Sim. Conforme a Polícia Civil, após matar a ex-companheira, o homem deixou o local e depois se apresentou espontaneamente na Delegacia de Polícia de Toledo.
Durante o interrogatório, ele confessou o crime. O nome dele não foi divulgado oficialmente pela polícia.
A Polícia Civil trata o caso como feminicídio. O delegado Pedro Lucena classificou o caso como “crime bárbaro” e destacou que a investigação apontou premeditação.
Fonte:Banda B