SINSERPLEM divulga nota e denuncia suposta tentativa de golpe contra a entidade sindical A atual administração do SINSERPLEM divulgou uma nota pública nesta quarta -feira (27) para esclarecer fatos ocorridos nos últimos dias e denunciar o que classificou como uma tentativa de golpe contra a entidade sindical. Segundo a diretoria, um grupo de filiados que se apresenta como “comissão” teria adotado medidas consideradas sem respaldo legal e estatutário, […]

A atual administração do SINSERPLEM divulgou uma nota pública nesta quarta -feira (27) para esclarecer fatos ocorridos nos últimos dias e denunciar o que classificou como uma tentativa de golpe contra a entidade sindical.

Segundo a diretoria, um grupo de filiados que se apresenta como “comissão” teria adotado medidas consideradas sem respaldo legal e estatutário, alegando suposta falta de transparência na gestão do sindicato. De acordo com a nota, o grupo também estaria insatisfeito com o reajuste salarial de 5,4% conquistado para a categoria, buscando responsabilizar pessoalmente o presidente da entidade.

Ainda conforme o comunicado, entre os questionamentos apresentados pelo grupo estão a compra de um veículo e a realização da festa do servidor, que, segundo a administração atual, já haviam sido aprovadas pela gestão anterior. Também consta a contestação da construção da sede própria do sindicato em terreno concedido pela Prefeitura, assunto que, de acordo com a diretoria, já foi deliberado e aprovado em assembleia.

A nota afirma ainda que houve alegações sobre ausência de prestação de contas, porém a direção sustenta que os livros contábeis foram disponibilizados aos filiados interessados. Outro ponto destacado pela gestão é a tentativa de promover mudanças na Diretoria e no Conselho Fiscal fora dos processos eleitorais previstos no Estatuto Social da entidade, sem decisão judicial e sem os procedimentos formais exigidos.

No documento, o sindicato destaca que o Estatuto Social e a legislação vigente estabelecem regras específicas para convocação e realização de processos eleitorais internos, alegando que nenhum desses procedimentos teria sido observado pelo grupo citado.

A diretoria também menciona possíveis enquadramentos jurídicos que, segundo a nota, poderiam ser analisados em relação às condutas relatadas, citando dispositivos do Código Penal, Código Civil, Constituição Federal e da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A nota foi assinada pela Diretoria do SINSERPLEM, identificada como gestão eleita e empossada na forma estatutária, em Luís Eduardo Magalhães, no dia 27 de maio de 2026.

Até o momento, não há posicionamento público do grupo mencionado na nota. O espaço segue aberto para manifestações das partes envolvidas.

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